Cá em casa

Aventuras e Desventuras de ter um carro elétrico

6 janeiro 2018

08:30h

Sai de casa rumo ao voluntariado, em Faro.

Duas horas de antecedência, para ir com calma (N125) e parar em Loulé
para carregar o carro.

Era a minha primeira ida a Faro, sozinha. Para me sentir mais segura
decidimos que o melhor seria carregar o carro “a meio caminho”
(estação de serviço de Loulé).

Cheguei a Loulé, já com 17km. Depois de várias tentativas e de falar
na área de serviço, cheguei à conclusão que o poste não estava em
condições. Ou seja, não consegui ligar e carregar o carro.

Desloquei-me então ao Ikea, que é logo ali e tinha tomadas para o
efeito. Pelo menos chegava a Faro. 10km, 10h e o voluntariado dali a
30min. As ditas tomadas estavam fora de serviço. Não tinha nem como ir
para Faro, e muito menos para Portimão.

O voluntariado, infelizmente, ficou para trás. O meu nervosismo
elevou-se aquele centro comercial é só curvas e curvas. Enfim.. Voltei
para trás. Para a minha última hipótese. De novo na área de
serviço, mas no sentido oposto (Faro-Lagos). Tudo parecia já funcionar
até que… “viatura não encontrada”. Liguei para  quem de direito, que confirmaram que

o poste não estava em condições e que tinham de
reportar a situação. Perguntei o que aquilo significava para mim.
Atenção, eu já havia dito que tinha 7km e o destino era Portimão.
Ele disse-me que tinha de ir ao poste mais próximo que era… Portimão
e Lagos. Repeti ao senhor que tinha 7km. Ele ainda tentou ver o que
tinha em Faro, eu respondi-lhe primeiro que não tinha nenhum.
Confirmou. Insistiu que eu tinha de ir carregar em Portimão.Ainda gozou com a minha cara, a fazermos experimentações e tal. Na
última, disse-me “vamos ligar o carro novamente, mas se não der não
há nada a fazer” ou seja não ia dar e não deu mesmo. Desliguei o
telemóvel, assertivamente.Entrei e perguntei à rapariga se tinha uma ficha que eu pudesse ligar o
carro. Respondeu-me que tinha o poste para esse efeito. Lá lhe
expliquei a situação, ela pouco percebeu mas simpaticamente
autorizou-me a usar uma tomada. Em vão, o cabo não chegava, só por
extensão. O que não é aconselhável.Último recurso, chamar o reboque.

A minha colega R do PAN veio ter comigo, da qual muito agradeço. Logo
de seguida tinha o reboque para me levar.

Uma sensação mesmo de impotência, sem nada a fazer.

Muito agradeço aos Reboques Florival & Marreios, na pessoa do Márcio e
colaborador Vítor (acho que é o nome) pela generosidade.

Já à Mobi.E vou enviar a factura dos quase 100€ que paguei.

PS: Deixo claro que em nada me arrependo do carro que tenho. Os
elétricos são o futuro e o melhor. Simplesmente há dois anos só
andava perto de casa e agora tenho confiança (e compromissos) para ir
mais longe.

 
    Vejam a vantagem no artigo “Carros”, aqui.
 
💖Daniela
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